Só porque essa traduz um “pedaçinho” da Kamila.
***
Eu gosto tanto de você que até prefiro esconder
Deixo assim ficar subentendido
Como uma idéia que existe na cabeça e não
tem a menor pretensão de acontecer
Eu acho tão bonito isso
Ser abstrato baby
A beleza é mesmo tão fugaz
É uma idéia que existe na cabeça e não
Tem a menor obrigação de convencer
Pode até parecer fraqueza
Pois que seja fraqueza então
A alegria que me dá
Isso vai sem eu viver
Se amanhã não for nada disso
Caberá só a mim esquecer
O que eu ganho o que eu perco
Ninguém precisa saber
***
Cego é aquele que não quer enxergar.
Kamila Rodrigues
sexta-feira, 7 de março de 2008
quinta-feira, 6 de março de 2008
Como os bebês

Meu pai sempre disse que as coisas podem ser vistas de diferentes formas a partir do “jeito de falar”. Ou seja, você pode convencer alguém se for delicado e paciente, assim como é capaz armar uma briga por um motivo banal, por meio de arrogância e impaciência. E se pararmos para pensar, não é mesmo verdade?
Ontem a noite minha irmã, que esta grávida, me falou a cerca de um livro que esta lendo, chamado Nana Nenê, algo assim. Segundo ela, o autor afirma que os bebês assimilam as coisas com muita facilidade. Eles não entendem o que você fala, mas como você fala. Portanto, se disser coisas ruins ou tristes, de maneira delicada e gentil, sorrindo para ele, o bebê vai gostar e sorrir. Da mesma forma se disser que o ama gritando e/ou o apertando, ele, provavelmente não vai gostar e vai chorar.
Claro que com os adultos as coisas se tornam um pouco mais complexas, mas vai dizer que se falar com “jeitinho” a gente não consegue? Dar uma notícia triste sempre é ruim, mas se você for frio, e ainda pior. Elogiar é sempre bom, mas se fizer isso com ar de prepotência ou obrigação, torna-se algo frustrante a quem ouve.
Sempre evito começar uma frase ou pensamento da seguinte forma: “Se eu tivesse feito...”; “Se fosse assim...”, pois o que tinha de ser, foi. Mas será que se tivéssemos falado, conversado, agido de outra maneira em determinada situação, isso não seria capaz de mudá-la? Provavelmente sim. A gente não pode voltar atrás, mas podemos fazer diferente daqui pra frente.
Ontem a noite minha irmã, que esta grávida, me falou a cerca de um livro que esta lendo, chamado Nana Nenê, algo assim. Segundo ela, o autor afirma que os bebês assimilam as coisas com muita facilidade. Eles não entendem o que você fala, mas como você fala. Portanto, se disser coisas ruins ou tristes, de maneira delicada e gentil, sorrindo para ele, o bebê vai gostar e sorrir. Da mesma forma se disser que o ama gritando e/ou o apertando, ele, provavelmente não vai gostar e vai chorar.
Claro que com os adultos as coisas se tornam um pouco mais complexas, mas vai dizer que se falar com “jeitinho” a gente não consegue? Dar uma notícia triste sempre é ruim, mas se você for frio, e ainda pior. Elogiar é sempre bom, mas se fizer isso com ar de prepotência ou obrigação, torna-se algo frustrante a quem ouve.
Sempre evito começar uma frase ou pensamento da seguinte forma: “Se eu tivesse feito...”; “Se fosse assim...”, pois o que tinha de ser, foi. Mas será que se tivéssemos falado, conversado, agido de outra maneira em determinada situação, isso não seria capaz de mudá-la? Provavelmente sim. A gente não pode voltar atrás, mas podemos fazer diferente daqui pra frente.
Tudo de bom!
Kamila Rodrigues
Kamila Rodrigues
quarta-feira, 5 de março de 2008
Devaneio real, de onde vem?
Acho que é a idade! – risos. A responsabilidade aumentando? Ou serão as últimas perdas? Acho que agora ela concordaria comigo. Pois bem, desde o ano passado já sabia que este ano seria “puxado”, mas, ao mesmo tempo, enriquecedor. Ainda assim algumas coisas me surpreenderam.
Não cabe a mim listá-las, nem, tão pouco, reclamar de alguma coisa. Para dizer a verdade, tenho pensado bem antes de reclamar. Todavia, muitas coisas mudaram na minha vida e perdi pessoas e circunstâncias que julgava essenciais para minha existência. E apesar de não ser nada fácil “segurar o coração na mão todos os dias”, percebi que, se eu quiser, posso suportar, posso superar e ainda tirar boas lições de cada situação.
Há quem pense que a gente perde quem mais ama muito rápido. Obviamente existem algumas exceções, mas, no geral, não creio nisso. Deus não seria tão cruel, pelo contrário. E ainda acredito que Ele nos afasta de algumas pessoas, lugares e circunstâncias, para nosso próprio bem. Na maioria das vezes ninguém entende porque aconteceu daquela forma. O importante nessas horas é a fé, cabeça erguida, bons amigos e consciência tranqüila. Quer melhor que isso?
“E vamu que vamu!” (rs).
Kamila Rodrigues
Ps: e um pensamento para o meu pai. Te amo, meu velho!
terça-feira, 4 de março de 2008
Sempre melhor que ontem
Segundo ele, as pessoas fazem mil coisas ao mesmo tempo. Elas trabalham, praticam esportes, passeiam, vão ao cinema, ou ao shopping, na casa dos amigos e tudo mais quanto podem fazer para evitar o encontro do seu próprio olhar no espelho.
Pensei em tudo aquilo que ouvi. Existe verdade. Quantos são aqueles que olham para o próprio umbigo antes de falar dos outros? A gente ouve tanta gente criticar o comportamento alheio, além de reclamar da vida. Mas o que estão fazendo para melhorar?
Será que aquele patrão pediu perdão ao funcionário depois de uma bronca desnecessária? Será que o pai se desculpou por ter esquecido a audição do filho? Se redimir; voltar atrás; e pedir perdão, pode ser difícil, mas, sem dúvida alguma, vale a pena.
Todos erram todo dia! E isso não é a pior coisa do mundo. Porque a gente pode aprender, e crescer, e ser melhor. Você não precisa se comparar com os outros, mas com o melhor que você pode ser.
Um beijo
Kamila Rodrigues.
segunda-feira, 3 de março de 2008
Proibido estacionar!

Qualidade de vida e conceito de felicidade são coisas relativas. No entanto, considero a busca desses objetivos uma caminhada incessante. Visto que, mesmo encontrado o rumo certo, ainda se faz necessária a permanência na dada direção. E isso demanda boa disposição, perseverança, autocontrole, força e fé.
Mas o que tenho percebido, em várias pessoas, é a estagnação, a passividade e o medo. Todos os dias podemos fazer uma série de escolhas capazes de tornar nossa vida mais feliz e próspera. E a grande questão é: a maioria de nós sabe disso, mas ainda assim prefere o comodismo. “Desse jeito esta bom.”; “Não tenho tempo para isso”. Ou simplismente ignoram o bem que podem fazer aos outros e a si mesmas.
Algumas têm medo de arriscar ser feliz de outro jeito. E, de certa forma, uma mudança extrema pode assustar. Neste caso, responda as perguntas: Vale a pena? Tenho algo a perder? Se as respostas forem sim e não respectivamente, o que você esta esperando? Proibido estacionar!
É preciso ter coragem e vontade de viver, mas alguns são muito intransigentes para isso. Aí pouco se pode fazer. Então, aproveite que você não é assim - risos -, e corra atrás daquilo que almeja. Sofra as conseqüências, assuma a responsabilidade, acredite que vai dar certo. No mínimo você vai ter sua consciência tranqüila por ter tentado, e com a mesma disposição poderá tentar outra vez. No máximo vai ser feliz tanto quanto imaginou. Mas, provavelmente, muito mais.
Boa sorte!
Abraço,
Kamila Rodrigues.
Mas o que tenho percebido, em várias pessoas, é a estagnação, a passividade e o medo. Todos os dias podemos fazer uma série de escolhas capazes de tornar nossa vida mais feliz e próspera. E a grande questão é: a maioria de nós sabe disso, mas ainda assim prefere o comodismo. “Desse jeito esta bom.”; “Não tenho tempo para isso”. Ou simplismente ignoram o bem que podem fazer aos outros e a si mesmas.
Algumas têm medo de arriscar ser feliz de outro jeito. E, de certa forma, uma mudança extrema pode assustar. Neste caso, responda as perguntas: Vale a pena? Tenho algo a perder? Se as respostas forem sim e não respectivamente, o que você esta esperando? Proibido estacionar!
É preciso ter coragem e vontade de viver, mas alguns são muito intransigentes para isso. Aí pouco se pode fazer. Então, aproveite que você não é assim - risos -, e corra atrás daquilo que almeja. Sofra as conseqüências, assuma a responsabilidade, acredite que vai dar certo. No mínimo você vai ter sua consciência tranqüila por ter tentado, e com a mesma disposição poderá tentar outra vez. No máximo vai ser feliz tanto quanto imaginou. Mas, provavelmente, muito mais.
Boa sorte!
Abraço,
Kamila Rodrigues.
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