quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Será que Deus é culpado?




Finalmente alguma verdade é dita na TV Americana.
A filha de Billy Graham estava sendo entrevistada no Early Show e Jane Clayson perguntou a ela:

'Como é que Deus teria permitido algo horroroso assim acontecer no dia 11 de setembro?'

Anne Graham deu uma resposta profunda e sábia:
'Eu creio que Deus ficou profundamente triste com o que aconteceu, tanto quanto nós. Por muitos anos temos dito para Deus não interferir em nossas escolhas, sair do nosso governo e sair de nossas vidas. Sendo um cavalheiro como Deus é, eu creio que Ele calmamente nos deixou. Como poderemos esperar que Deus nos dê a sua benção e a sua proteção se nós exigimos que Ele não se envolva mais conosco?'

À vista de tantos acontecimentos recentes; ataque dos terroristas, tiroteio nas escolas, etc... Creio que tudo começou desde que Madelyn Murray O'Hare se queixou de que era impróprio se fazer oração nas escolas Americanas como se fazia tradicionalmente, e nós concordamos com a sua opinião.

Depois disso, alguém disse que seria melhor também não ler mais a Bíblia nas escolas... A Bíblia que nos ensina que não devemos matar, roubar e devemos amar o nosso próximo como a nós mesmos. E nós concordamos com esse alguém.

Logo depois o Dr.. Benjamin Spock disse que não deveríamos bater em nossos filhos quando eles se comportassem mal, porque suas personalidades em formação ficariam distorcidas e poderíamos prejudicar sua auto-estima (o filho dele se suicidou). E nós dissemos: 'Um perito nesse assunto deve saber o que está falando'. E então concordamos com ele.

Depois alguém disse que os professores e diretores das escolas não deveriam disciplinar nossos filhos quando se comportassem mal.

Então foi dito que deveríamos dar aos nossos filhos tantas camisinhas, quantas eles quisessem para que eles pudessem se divertir à vontade. E nós dissemos: 'Está bem!'

Então alguém sugeriu que imprimíssemos revistas com fotografias de mulheres nuas, e disséssemos que isto é uma coisa sadia e uma apreciação natural do corpo feminino. Depois, outra pessoa levou isso a um passo mais adiante e publicou fotos de Crianças nuas e foi mais além ainda, colocando-as à disposição da internet. E pouco foi feito a respeito.

Agora, nós estamos nos perguntando por que nossos filhos não têm consciência e porque não sabem distinguir o bem e o mal, o certo e o errado; porque não lhes incomoda matar pessoas estranhas, ou seus próprios colegas de classe, ou a si próprios...

Provavelmente, se nós analisarmos seriamente, iremos facilmente compreender: nós colhemos só aquilo que semeamos!!!
Uma menina escreveu um bilhetinho para Deus: 'Senhor, porque não salvaste aquela criança na escola?' A resposta dele: 'Querida criança, não me deixam entrar nas escolas!!!'

É triste como as pessoas simplesmente culpam a Deus e não entendem porque o mundo está indo a passos largos para o fim.

É triste como cremos em tudo que os Jornais e a TV dizem, mas duvidamos do que a Bíblia, ou do que a sua religião, que você diz que segue, ensina.

É engraçado como somos rápidos para julgar, mas não queremos ser julgados!

É triste ver como o material imoral, obsceno e vulgar corre livremente na internet, mas uma discussão pública a respeito de Deus é suprimida rapidamente na escola e no trabalho.

É triste ver como as pessoas ficam inflamadas a respeito de Cristo no domingo, mas depois se transformam em cristãos invisíveis pelo resto da semana.

Gozado que nós nos preocupamos mais com o que as outras pessoas pensam a nosso respeito do que com o que Deus pensa... Ele que vê tudo que há em nosso coração.



Esse é um dos textos que circulam pela internet.
Achei interessante registrar aqui.
Faz qualquer um pensar na vida.
E pensar é sempre bom.

Kamila.

domingo, 5 de outubro de 2008

A ilusão da oportunidade



Desde pequeno se ouve muito sobre sonhos, lutas, guerras, obstáculos, coragem, vitória... “Somos criados para vencer!”

Será?

A gente estuda por anos uma série de coisas que pretendem nortear o nosso futuro, a escolha da nossa profissão. Mas, na verdade, é o mínimo exigido por uma sociedade materialista e impiedosa.

Nesse caminho, você observa tantos fracassos, tanta frustração, que já entra na guerra com medo de perder. Daí veste a sua farda, as vezes até pinta a sua cara, e vai para o “campo de batalha”. Chegando lá, se esconde num cantinho “estratégico” e fica esperando uma: Oportunidade!

Quando abre os olhos a guerra já passou, quem perdeu, perdeu, quem ganhou, ganhou. E você não esta nem lá nem cá. Ou “tudo” acaba ali, ou você continua no “nada”.

Oportunidade? É isso mesmo que alguém quer na vida? Vá criar uma então! As coisas estão difíceis sim, mas não impossíveis. E só depende de você, por mais clichê que isso soe.

Tem tanta gente guardando talentos na gaveta, tanto investimento jogado fora... Por que? Porque a tal da oportunidade não veio! Ahhhh... Vai trabalhar ao invés de esperar essa “dona” aí. Vai ver você tava tão preocupado com a chegada dela, que nem viu ela passar, aí o seu vizinho recebeu ela pra você. Só pode! Rs

O que estou querendo dizer é: você não precisa de uma oportunidade para mostrar que é capaz! Você não precisa de uma chance para vencer. Crie você mesmo sua guerra e até seus adversários. Você tem as armas nas mãos e as estratégias em mente, EXECUTE! Ninguém, além de você, pode te impedir.
E vai perceber que isso é só o começo.


Não seja coadjuvante, seja o ator principal da sua história.
kk.

sábado, 4 de outubro de 2008

só mais uma vez


Eu ainda me lembro daquele sutil toque que causava libido...
do abraço que envolvia mais do que dois corpos apaixonados.
do beijo mais profundo.
do olhar mais avassalador.


Ainda da p sentir o cheiro do banho...
e da sobremesa favorita.
Posso apreciar o templo do amor
que foi esquecido pelos seus...


Ah, se eu pudesse mostrar as minhas fraquezas
e tivesse a audácia de me jogar ao leo'
sem medo de errar....

Quem me derá poder viver
só mais uma vez.

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Dúvidas pertinentes

Por que você é flamengo
E meu pai botafogo?
O que significa"impávido colosso"?


Por que os ossos doem
Enquanto a gente dorme?
Por que os dentes caem?
Por onde os filhos saem?


Por que os dedos murcham
Quando estou no banho?
Por que as ruas enchem
Quando está chovendo?


Quanto é mil trilhões
Vezes infinito?
Quem é Jesus Cristo?
Onde estão meus primos?


Well, well, well...Gabriel...


Por que o fogo queima?
Por que a lua é branca?
Por que a terra roda?
Por que deitar agora?


Por que as cobras matam?
Por que o vidro embaça?
Por que você se pinta?
Por que o tempo passa?


Por que que a gente espirra?
Por que as unhas crescem?
Por que o sangue corre?
Por que que a gente morre?



Do que é feita a nuvem?
Do que é feita a neve?
Como é que se escreve
Re...vèi...llon



Oito Anos - Adriana Calcanhotto
Composição: Dunga / Paula Toller

be quiet...only this!


Silêncio. Por incrível que pareça o assunto se tornou polêmico, pelo menos dentro de mim.

Estive pensando em como algumas pessoas têm percepção mais apurada que as outras. Por que isso? Como? Seria dádiva ou maturidade?

Bom, em mim, de nascença é que não é. Então tive que descobrir como é que faz.

Pra variar, óbvio demais. As pessoas mais sábias, mais sensíveis, geralmente, são caladas, falam o essencial, ou, quando são requisitadas. Pense nos seus “mestres”. Não que isso seja uma regra, ou pré-requisito, mas uma característica (já é alguma coisa).

Está aí o poder de persuasão do silêncio, e sabe se lá mais que poderes ele tem. Aquilo que, na maioria das vezes, nos convence é o menos complexo, menos enfeitado, menos explicado, mas compreendido. E quem poderia descrever a profundidade de um olhar, de um gesto, ou, até mesmo, da omissão.

Muitas das vezes, nós sequer sabemos explicar porque mudamos, ou aceitamos, ou entendemos. Pois, na verdade, essa conversão está além, num lugar tão seguro, que parece sempre ter estado ali, sem maiores complicações ou dúvidas.


Então, faça o favor: Caaaaaala a sua boca! (essa foi pra você, Helô)




E de pensar que o maior exemplo disso e de muitas outras coisas, algumas, que ainda vou descobrir, sempre esteve ao meu lado. Ele ainda tem muito a me ensinar.

Kamila Rodrigues

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Por Onde Andei



Desculpe
Estou um pouco atrasado
Mas espero que ainda dê tempo
De dizer que andei
Errado e eu entendo
As suas queixas tão justificáveis
E a falta que eu fiz nessa semana
Coisas que pareceriam óbvias
Até pra uma criança
Por onde andei?
Enquanto você me procurava
Será que eu sei?
Que você é mesmo
Tudo aquilo que me faltava...
Amor eu sinto a sua falta
E a falta
é a morte da esperança
Como um dia
Que roubaram o seu carro
Deixou uma lembrança
Que a vida é mesmo
Coisa muito frágil
Uma bobagem
Uma irrelevância
Diante da eternidade
Do amor de quem se ama
Por onde andei?
Enquanto você me procurava
E o que eu te dei
Foi muito pouco ou quase nada
E o que eu deixei
Algumas roupas penduradas
Será que eu sei?
Que você é mesmo
Tudo aquilo que me faltava...
Composição: Nando Reis
... ser tudo aquilo que lhe faltaaava

Amiga do tempo...


Falando em tempo... êta bixinho dominador sô!

Num dá tempo da gente ir ao salão.
Num dá tempo da gente comprar o presente na última hora.
Num dá tempo dá gente comer sobremesa.
Num dá tempo de ver o namorado na segunda.
Num dá tempo de estudar para a prova.
Num dá tempo, num dá tempo!!

Parece que ele foge da gente! Mas quando a gente quer que ele passe rapidinho ele encrenca! Parece criança! Sabe, daquelas que você manda fazer uma coisa e faz totalmente o contrário? Então (risos).

E eu me pergunto: Porque?
Serei eu a dona dele?
Não! Ele não me obedece!
Hum...qual será o enigma?

Algumas vezes, confesso, consigo me aproveitar dele, mas acho que quando ele descobre, se vinga de mim. E quando eu penso que o conheço, ou, que estou no controle das coisas, ele muda repentinamente destruindo meus planos.

É bem verdade que ele me traz surpresas boas, e aprendizado, e lembranças, e situações, e pessoas, e amigos, e oportunidades, e conquistas... É, ele venceu! Em suma, ele me faz bem.
Mas.....ainda assim, serei cúmplice, coadjuvante, responsável, vitima, companheira... ????

Por via das dúvidas fico com esse último, no mínimo fica tudo bem.


por KamilaRodrigues

terça-feira, 9 de setembro de 2008

“...Não bota esse cartaz”





A Maria Rita me disse que “ele não é de nada, oiá”!
Alguns muitos ainda brigam pela repulsa, a raiva, o rancor e alguns outros ódios e desencantos.
Quem defenda, absolutamente, não há.
Copélia “prefere nem comentar!” (risos)
Há até quem especule uma remota possibilidade de arrependimento futuro, bem futuro...
E eu?
Ah...”Xô queta!”, como diria meu digníssimo cunhado.
Mas que cobrança heim? (mais especificamente, auto-cobrança). Se tivesse que definir algo, diria que... que... ah, sei lá! Na hora certa eu vou saber... e que não seja tudo aquilo que arda em mim, no bom e no mal sentidos.

A vida nos reserva tantas surpresas que estou tentando não criar redomas, limites, para não deixar as coisas boas passarem. Porque a regra é clara: ou você se priva de tudo, bem e mal; ou você encara tudo, bem e mal. Como essa vida é passageira, e nada eu vou levar... Deixe que pensem...que digam...que falem... Deixa isso pra lá, vem pra cá, o quê que tem? Eu num to fazendo nada, você também...

O velho Omar Carrasco precisou: “Vamos quebrar os paradigmas!”, graaande Omar. Chega de seguir o fluxo. Se funcionou pra você, beleza. Mas pra mim, não necessariamente. Sou do tipo bem analítica e racional, até certo ponto, aquele ponto, todo mundo tem um. E não desconsidero a opinião de outrem, mas quer saber? Quem vai usufruir sou eu, quem vai se ferrar (Deus me livre!) sou eu... Aprendi na marra a me virar sozinha, então isso tem que servir para alguma coisa.

Bem que aquela esteticista “filha da ppp...” me disse que na outra semana eu iria esquecer a dor e voltar para a próxima sessão. Mas num é que ela estava certa? Pra dizer a verdade, eu não voltei, não era tão importante assim (hehe), mas se fosse, sem dúvida, eu voltaria! Todo mundo volta. Se isso é bom ou ruim eu não sei... mas a segunda sempre dói menos que a primeira, e a outra, e a seguinte...


O pique ta com você Tempo! Não me pegaaaaa! (ui!)


by kakamilarodrigues.

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

in sintonia



E o devaneio se escondeu em meio aos caos... Mas sempre é tempo para falar de idéias, compartilhar experiências, questionar paradigmas e, se permitido for, chegar a algum lugar ou a alguma conclusão, geralmente óbvios, mas tudo bem.


Algum tempo se passou desde a última postagem, mais especificamente 102 dias. Muito para poucos... Quem sabe, pouco para muitos... Mas, enfim! Provavelmente o momento certo para dizer algo que seja considerável. Já faz um tempo que em meio à dúvida, eu me silencio. E, sinceramente, contemplei a melhor forma de se comportar diante das incertezas da vida, ou, meramente, do instante de reflexão e, ocasionalmente, do aprendizado.


Sufocar murmurações, “tititi”, “blábláblá”, faz bem! Eles se transformam em amor e, sobretudo, em sabedoria, porque, para mim, esses dois estão intimamente ligados. Dessa forma, a gente poupa a gente, poupa os outros. Quer coisa melhor? Feliz do mundo se fosse compreendido na profundidade de um silêncio.


Tem tanta gente querendo provar N coisas por meio de N palavras, e discursos, e atitudes, e tal, tal, tal. Enquanto alguns poucos demosntram o suficiente para revelar quem são, ou, o que querem, e não são notados. Um tanto quanto frustrante, mas ao mesmo tempo evoluído, esse discernimento faz encontrar pequenos e importantes gestos. Porém, é imprecindível saber que essa percepção é individual, ou seja, não adianta berrar a realidade, os demais só vão notar naturalemente, seja em seu momento de análise, crise talvez, mas sozinhos.




... e, a cada dia, a transparência do infinito deslumbra o meu ser, com uma leveza que traz a segurança da qual preciso.

Kamila Rodrigues

segunda-feira, 19 de maio de 2008

O mundo da voltas...




Depois de um tempo a gente sempre se surpreende com os outros e, sobretudo, com nós mesmos. Bem que fulano disse que extremista paga com a língua (rs). Porque o nunca não existe! Existe o bom senso e o esforço para evitar qualquer coisa. Mas o “nunca”? Não! Ele não existe. A gente que o inventou para se esconder atrás de algum falso moralismo.

Mas chega um ponto que todo mundo percebe isso. Pois por mais estável que se possa ser, ninguém, absolutamente, sabe o dia de amanhã. As pessoas mudam, o mundo muda, tudo muda! E se num dado momento tudo parece estar perdido, em seguida acontece o “impossível”. Coisas da vida.... Graças à Deus!

Observo ao meu redor. Só me falta dizer: ”Tô passada!” (rs). Como aquele intransigente, está flexível; como aquele que dizia não fazer, fez; e como a gente passa a entender, em segundos, aquilo que não conseguíamos enxergar há muito tempo. É, chegou a hora de dar risada, “a ficha caiu”. Não adianta chorar o leite derramado. Aí você aproveita para enxugar esse leite que caiu. Isso se ele já não tiver evaporado ou recolhido por outrem. Mas se for assim, é porque foi melhor, você vai saber.

Abraço,

Kamila Rodrigues

terça-feira, 13 de maio de 2008

"Aja paciência"

Hoje vou falar sobre a resistência que - salvos uns três no mundo - todo ser humano tem ao fator paciência. Existem pessoas equilibradas e sensatas que até demonstram essa qualidade, principalmente se comparadas aos totalmente impacientes. Mas como é difícil ouvir de alguém: “Eu tenho paciência!” (talvez alguém diga pra própria auto-afirmação, mas enfim).

O que se observa é a pressa e a ansiedade que as pessoas têm. Pressa para se casar; para conseguir o almejado emprego; para saber o que vai acontecer... para tudo! A gente sempre quer que a nossa vontade seja satisfeita na hora, e se demora, diz que a vida é injusta, que o mundo é cruel e por aí vai. Tá, talvez o mundo seja cruel, mas não exatamente com você e não naquele momento. Vai ver num aconteceu exatamente pela sua angústia, talvez, por isso, você não estivesse preparada.

Aí você chega a conclusão de que não tem paciência mesmo. Bobagem. Você tem paciência sim, só que não sabe. Você a exercita sem se dar conta. Veja só. Lembra aquela vez que você ficou um dia inteiro pescando para pegar um peixinho? E ainda saiu sorrindo. E daquele namorado (a) que você teve há muito tempo? Talvez ele fumasse, ou fizesse algo que você não aprovava, não sei. Mas você o amava tanto que esperava a mudança daquele problema. No outro dia ele estava a mesma coisa, e no outro também, mas você tinha certeza que um dia seria diferente.

E quando você fez aquela dieta que te deixou maravilhosa(o)? Não foi de um dia para o outro que você mudou de manequim, mas seu objetivo final fez você não desistir. E valeu a pena. Ou ainda, quando você esperou horas, numa fila imensa, para ver um show dos seus artistas favoritos. Tudo isso exige paciência. Ou seja, se você realmente quiser e ter confiança, vai conseguir esperar, pois sua convicção te sustentará.

A gente sempre quer o melhor e esperar por isso não é tão ruim, pois a recompensa é maior. Quanto menos ansioso, mais rápido acontece, Lei de Murphi! (rs)

Kamila Rodrigues.

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Felicidade incondicional



Já falei em um dos textos anteriores sobre como as pessoas tem facilidade para reclamar e muita dificuldade para mudar. Pois bem, e reclama mesmo. Se a gente não diz, pelo menos se lamenta em pensamentos. Anteriormente reforcei a idéia de que somos capazes de mudar aquilo que não nos satisfaz, e isso é bem verdade. Mas despertei para uma simplicidade maior.

Muita gente pensa que para ser feliz tem que ter isso ou aquilo, ou alguém, ou ser reconhecido. Mas a felicidade esta mais próxima do que a gente imagina. Na sua família, por exemplo. Aí você diz: “Mas isso é óbvio demais!”. Sim, concordo. Mas você consegue enxerga-la e vivenciá-la? Você procura estar sempre com sua família, cuidar dela e, mais que isso, amá-la do jeito que ela é? Pense nisso.

Nós estamos tão ocupados que não atentamos para isso. Cultivar o amor e o relacionamento familiar são atitudes muito importantes. Não basta colocar dinheiro em casa, é necessário mais que isso. Amar incondicionalmente, esse é o segredo.

Parece que não, mas a globalização nos tornou muito exigentes com tudo, até no amor. “Se fizer isso, eu amo. Se falhar, não amo. Se passar no vestibular, eu amo. Se fizer o que eu quero, eu amo”. Muita gente vive amores condicionados, limitados. E nessas condições, as pessoas sempre se frustram. Ninguém é perfeito! Então ame se falhar, ame se não for aquilo que você pensava. Ame de graça, sem esperar nada em troca.

É isso que o mandamento bíblico quer dizer. “Ame ao próximo como a ti mesmo”. Porque a gente tem amor próprio mesmo se errar e se num tem, deveria.

E você vai perceber o quão simples a vida pode ser. E que o essencial você sempre teve.

Kamila Rodrigues.

terça-feira, 6 de maio de 2008

Devagar e sempre...


















Para um monte de coisa a gente se dedica mais ou menos, fica em cima do muro e vai levando. Porque num sabe o que quer, porque ta com preguiça ou sei lá porque. E por mais que a gente se policie, isso é inevitável. Não somos “Super”. Em alguma coisa a gente vai deixar a desejar, algumas vezes por querer, outra sem perceber. Na verdade, isso depende das prioridades.

Estive pensando sobre isso, e já que não dá p fazer tudo e agradar a todos, vamos organizar corretamente essas prioridades, né? Devemos levar todos os nossos projetos com seriedade e dedicação, pois nós mesmos desfrutaremos do sucesso final. No entanto, com essa mesma disposição temos que engajar nossos compromissos com as outras pessoas e, sobretudo, nossos relacionamentos.

“Palavra de escoteiro” tem que ser levada a sério. Como você marca um encontro, não vai e, ainda, nem liga avisando? Como faz uma promessa sem ter a menor condição de cumpri-la? Como acorrenta uma alma se não quer se entregar? Achou injusto? Fazemos isso o tempo todo.

Parece-me que as pessoas estão sempre muito ocupadas, cansadas, sobrecarregadas. Isso é lamentável. Ao invés de fazer 100 coisas pela metade, faça 50 por completo, você terá melhores resultados. Num tente fazer tudo ao mesmo tempo, não dá! Nem adianta. Uma coisa de cada vez e todo mundo sai feliz.

Se tiver paciência as coisas fluem e dá para fazer tudo aquilo que se deseja. Mas no tempo certo. Correr para que? Só se for para perder umas calorias! (risos)

Sucesso!

Kamila Rodrigues.

quinta-feira, 24 de abril de 2008

De volta a inspiração...

Porque quando a gente está quase parando, só para dar uma descansadinha, tirar um cochilo... pensando que dá tempo antes de chegar o próximo obstáculo... novos desafios são à nós lançados.... e já ta na hora de encarar a próxima... e a seguinte... e a outra.


A manhã estava linda: céu azul, ventinho fresco. Infelizmente, muitas obrigações me aguardavam. Coisas que eu tinha de fazer. Aí, lembrei-me do menino-filósofo chamado Nietzsche que dizia que ficar em casa estudando, quando tudo é lindo lá fora, é uma evidência de estupidez. Mandei as obrigações às favas e fui caminhar na lagoa do Taquaral. Bem, não fui mesmo caminhar. Meu desejo não era médico, caminhar para combater o colesterol. Caminhar, para mim, é uma desculpa para ver, para cheirar, para ouvir... Caminho para levar meus sentidos a dar um passeio. Sem pensar, porque, como disse Caeiro, "pensar é estar doente dos olhos".
Aí, quando já me preparava para ir embora, já no carro, vejo um amigo. Paramos. Papeamos. Ele, com uma máquina fotográfica. Andava por lá, fotografando. Vou chamá-lo de Romeu, aquele que amava a Julieta. Me confidenciou: "Vou fazer uma surpresa para a Julieta. Ela adora os flamboyants. E eles estão maravilhosos. Vou fazer um álbum de fotografias de flamboyants para ela... Você não quer vir até a nossa casa para tomar um cafezinho?"Fui. Mas ele me advertiu: "Não diga nada para ela. É surpresa..."
Um tempo depois ela nos contou da surpresa que lhe fizera o Romeu. Fotografias de flamboyants vermelhos — que coisa mais romântica! Árvores em chamas, incendiadas! Cada apaixonado é um flamboyant vermelho! E nos contou das coisas que o Romeu tivera que fazer para que ela não descobrisse o que ele estava preparando.

Mas o mais bonito foi o que ele lhe disse, na entrega do presente. Não sei se foi isso mesmo que ele disse. Sei que foi mais ou menos assim: "Sabe, Julieta, aquela história de ter um ano apenas a mais para viver... Pensei que você gostava de flamboyants e que você ficaria feliz com um álbum de flamboyants. E concluí que, se eu tiver um ano apenas a mais para viver, o que quero é fazer as coisas que farão você feliz..."
Um ano apenas a mais para viver: aí os sentimentos se tornam puros. As palavras que devem ser ditas, devem ser ditas agora. Os atos que devem ser feitos, devem ser feitos agora. Quem acha que vai viver muito tempo fica deixando tudo para depois. A vida ainda não começou. Vai começar depois da construção da casa, depois da educação dos filhos, depois da segurança financeira, depois da aposentadoria...
As flores dos flamboyants, dentro de poucos dias, terão caído. Assim é a vida. É preciso viver enquanto a chama do amor está queimando...

(Trecho do texto Os flamboyants, de Rubem Alves, extraído do jornal "Correio Popular", de Campinas, SP)

sexta-feira, 7 de março de 2008

Eu gosto tanto de você

Só porque essa traduz um “pedaçinho” da Kamila.

***

Eu gosto tanto de você que até prefiro esconder

Deixo assim ficar subentendido
Como uma idéia que existe na cabeça e não
tem a menor pretensão de acontecer
Eu acho tão bonito isso
Ser abstrato baby
A beleza é mesmo tão fugaz
É uma idéia que existe na cabeça e não
Tem a menor obrigação de convencer
Pode até parecer fraqueza
Pois que seja fraqueza então
A alegria que me dá
Isso vai sem eu viver
Se amanhã não for nada disso
Caberá só a mim esquecer
O que eu ganho o que eu perco
Ninguém precisa saber

***

Cego é aquele que não quer enxergar.

Kamila Rodrigues

quinta-feira, 6 de março de 2008

Como os bebês


Meu pai sempre disse que as coisas podem ser vistas de diferentes formas a partir do “jeito de falar”. Ou seja, você pode convencer alguém se for delicado e paciente, assim como é capaz armar uma briga por um motivo banal, por meio de arrogância e impaciência. E se pararmos para pensar, não é mesmo verdade?

Ontem a noite minha irmã, que esta grávida, me falou a cerca de um livro que esta lendo, chamado Nana Nenê, algo assim. Segundo ela, o autor afirma que os bebês assimilam as coisas com muita facilidade. Eles não entendem o que você fala, mas como você fala. Portanto, se disser coisas ruins ou tristes, de maneira delicada e gentil, sorrindo para ele, o bebê vai gostar e sorrir. Da mesma forma se disser que o ama gritando e/ou o apertando, ele, provavelmente não vai gostar e vai chorar.

Claro que com os adultos as coisas se tornam um pouco mais complexas, mas vai dizer que se falar com “jeitinho” a gente não consegue? Dar uma notícia triste sempre é ruim, mas se você for frio, e ainda pior. Elogiar é sempre bom, mas se fizer isso com ar de prepotência ou obrigação, torna-se algo frustrante a quem ouve.

Sempre evito começar uma frase ou pensamento da seguinte forma: “Se eu tivesse feito...”; “Se fosse assim...”, pois o que tinha de ser, foi. Mas será que se tivéssemos falado, conversado, agido de outra maneira em determinada situação, isso não seria capaz de mudá-la? Provavelmente sim. A gente não pode voltar atrás, mas podemos fazer diferente daqui pra frente.
Tudo de bom!

Kamila Rodrigues

quarta-feira, 5 de março de 2008

Devaneio real, de onde vem?

Nesta manhã li um comentário de uma grande amiga dizendo supor de onde vem minha inspiração para os últimos textos do blog. Ela não disse o que é, e ainda não perguntei. Preferi pensar no que esta acontecendo e descobrir, como ela, ou não, de onde surgiram esses “devaneios reais”.

Acho que é a idade! – risos. A responsabilidade aumentando? Ou serão as últimas perdas? Acho que agora ela concordaria comigo. Pois bem, desde o ano passado já sabia que este ano seria “puxado”, mas, ao mesmo tempo, enriquecedor. Ainda assim algumas coisas me surpreenderam.

Não cabe a mim listá-las, nem, tão pouco, reclamar de alguma coisa. Para dizer a verdade, tenho pensado bem antes de reclamar. Todavia, muitas coisas mudaram na minha vida e perdi pessoas e circunstâncias que julgava essenciais para minha existência. E apesar de não ser nada fácil “segurar o coração na mão todos os dias”, percebi que, se eu quiser, posso suportar, posso superar e ainda tirar boas lições de cada situação.

Há quem pense que a gente perde quem mais ama muito rápido. Obviamente existem algumas exceções, mas, no geral, não creio nisso. Deus não seria tão cruel, pelo contrário. E ainda acredito que Ele nos afasta de algumas pessoas, lugares e circunstâncias, para nosso próprio bem. Na maioria das vezes ninguém entende porque aconteceu daquela forma. O importante nessas horas é a fé, cabeça erguida, bons amigos e consciência tranqüila. Quer melhor que isso?

“E vamu que vamu!” (rs).

Kamila Rodrigues


Ps: e um pensamento para o meu pai. Te amo, meu velho!

terça-feira, 4 de março de 2008

Sempre melhor que ontem

Certa vez, um mestre me ensinou que “não há crescimento sem dor”. Ele disse que eu deveria avaliar minhas ações ao final de cada dia, para definir minhas falhas e não cometê-las mais. Da mesma forma, valorizar as coisas boas que fiz. Também disse que, talvez, como a maioria das pessoas, eu pudesse tentar fugir desse momento de reflexão, em que teria de olhar para dentro de mim mesma.

Segundo ele, as pessoas fazem mil coisas ao mesmo tempo. Elas trabalham, praticam esportes, passeiam, vão ao cinema, ou ao shopping, na casa dos amigos e tudo mais quanto podem fazer para evitar o encontro do seu próprio olhar no espelho.

Pensei em tudo aquilo que ouvi. Existe verdade. Quantos são aqueles que olham para o próprio umbigo antes de falar dos outros? A gente ouve tanta gente criticar o comportamento alheio, além de reclamar da vida. Mas o que estão fazendo para melhorar?

Será que aquele patrão pediu perdão ao funcionário depois de uma bronca desnecessária? Será que o pai se desculpou por ter esquecido a audição do filho? Se redimir; voltar atrás; e pedir perdão, pode ser difícil, mas, sem dúvida alguma, vale a pena.

Todos erram todo dia! E isso não é a pior coisa do mundo. Porque a gente pode aprender, e crescer, e ser melhor. Você não precisa se comparar com os outros, mas com o melhor que você pode ser.

Um beijo

Kamila Rodrigues.

segunda-feira, 3 de março de 2008

Proibido estacionar!








Qualidade de vida e conceito de felicidade são coisas relativas. No entanto, considero a busca desses objetivos uma caminhada incessante. Visto que, mesmo encontrado o rumo certo, ainda se faz necessária a permanência na dada direção. E isso demanda boa disposição, perseverança, autocontrole, força e fé.

Mas o que tenho percebido, em várias pessoas, é a estagnação, a passividade e o medo. Todos os dias podemos fazer uma série de escolhas capazes de tornar nossa vida mais feliz e próspera. E a grande questão é: a maioria de nós sabe disso, mas ainda assim prefere o comodismo. “Desse jeito esta bom.”; “Não tenho tempo para isso”. Ou simplismente ignoram o bem que podem fazer aos outros e a si mesmas.

Algumas têm medo de arriscar ser feliz de outro jeito. E, de certa forma, uma mudança extrema pode assustar. Neste caso, responda as perguntas: Vale a pena? Tenho algo a perder? Se as respostas forem sim e não respectivamente, o que você esta esperando? Proibido estacionar!

É preciso ter coragem e vontade de viver, mas alguns são muito intransigentes para isso. Aí pouco se pode fazer. Então, aproveite que você não é assim - risos -, e corra atrás daquilo que almeja. Sofra as conseqüências, assuma a responsabilidade, acredite que vai dar certo. No mínimo você vai ter sua consciência tranqüila por ter tentado, e com a mesma disposição poderá tentar outra vez. No máximo vai ser feliz tanto quanto imaginou. Mas, provavelmente, muito mais.

Boa sorte!

Abraço,

Kamila Rodrigues.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Por que...“Quem canta seus males espanta.”

Há alguns dias percebi uma coisa, que tenho comprovado pelo decorrer do tempo.

Que cada pessoa tem - até determinado momento da sua vida, ou não – um vazio dentro de si eu já sabia. Mas estive pensando no que poderia impedir as pessoas de preencherem esse vazio. Sem dúvida, muitas coisas. Mas entre elas uma bem interessante me chamou a atenção.

Existe um ditado que diz “Quem canta seus males espanta!”. A gente canta, dança, chora. Mas você já prestou bem atenção na letra das suas canções preferidas? Nunca tinha pensado nisso, até que ouvi um cd de músicas realmente inspiradoras, que enchem a alma, e, de certa forma, trazem um sentido pra vida. E percebi que, por vezes, em meus momentos de tristeza, ouvia músicas que me afundavam ainda mais. E o pior é que, em períodos de fragilidade, a gente realmente acredita naquilo.

Grande parte das letras, de diferentes ritmos, demonstra frustração, raiva, mágoa, tristeza, conformidade... Dizem que o amor acabou de repente; que alguém traiu outrem; que a vida não tem mais razão; que tudo tem um fim; que a fila andou (rs)... Enfim, tudo que alguém em agonia precisa ouvir! (pra não dizer o contrário).

Obviamente, existem belíssimas canções, verdadeiras declarações de amor e gratidão. Existem também, algumas que narram fases da nossa vida. No entanto, atente para aquilo que deve ouvir em cada ocasião, e, mais que isso, apenas acredite naquilo que é real e vale a pena.

Não sei, exatamente, por que alguns compositores escrevem decepções, na verdade, podem ser poesia, são histórias contadas e, sendo assim, devem ser interpretadas como tal. È bem verdade que, por pior que sejam, algumas situações e circunstâncias descritas nessas letras já tenham, semelhantemente, acontecido conosco. Mas você quer acreditar que as coisas podem melhorar ou que esta tudo perdido e que você fez tudo errado?

Enfim.

Bom dia!

Kamila Rodrigues.

Ps: A título de curiosidade, o cd no qual me referi acima é de um grupo chamado “Momentos de Paz”.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Um dia a gente aprende... Se aprende!

Para não correr o risco de errar no primeiro texto, melhor ir de Shakespeare (rs).
Me identifico muito com este texto e a cada vez que leio, percebo uma coisa diferente, naturalmente de acordo com aquilo que estou vivendo no dado momento.

Leia com atenção, impossivél não enxergar algo de proveitoso para sua realidade.


***

Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sútil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma.

E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança.

E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas.

E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.

E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.

Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo.

E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplismente não se importam...

E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso.

Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.

Descobre que se levam anos para construir confiança e apenas segundos para destrui-lá e que você pode fazer coisas em um instante das quais se arrependerá pelo resto da vida.

Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer, mesmo a longas distâncias.

E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida.

E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.

Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.

Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos.

Aprende que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos.

Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que você mesmo pode ser.

Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoas que se quer ser, e que o tempo é curto.

Aprende que não importa aonde já chegou, mas onde está indo, mas se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve.

Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.

Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências.

Aprende que paciência requer muita prática.

Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é umas das poucas que o ajudam a levantar-se.

Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas, do que com quantos aniversários você celebrou.

Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha.

Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.

Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mais isso não lhe dá o direito de ser cruel.

Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não signifique que esse alguém não o ama, pois existem pessoas que nos amam, mas simplismente não sabem demonstrar isso.

Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo.

Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado.

Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte.

Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás.

Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores.
E você aprende que realmente pode suportar, que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe, depois de pensar que não se pode mais.
E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!
Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar, se não fosse o medo de tentar.

(Willian Shakespeare)


***

Tenha um ótimo dia!

Um beijo,

Kamila Rodigues.

Formalidades...

Pra quem não me conhece, Kamila Rodrigues, muito prazer. Tenho 21 anos, sou formada em Jornalismo e, como é de se imaginar, gosto muito de escrever. Criei esse blog sem muitas pretensões, pelo menos inicialmente (rs). Vejo esse espaço, como um lugar onde posso compartilhar aquilo que penso, pois, certa vez, um amigo me disse que é muito válido aprender com a experiência dos outros, achei interessante. Talvez ele tenha razão, e talvez meus “devaneios” acrescentem algo à alguém. Ou quem sabe alguém perceba o que eu preciso aprender.

Que fique claro, que aqui não existem regras. Mas o bom senso é fundamental – em qualquer lugar, diga-se de passagem. As postagens não serão, necessariamente, seqüenciais.

Temas livres; situações inusitadas; momentos marcantes; escolhas difíceis; e qualquer experiência significante, vão guiar esse percurso.

Bem vindos!