
E o devaneio se escondeu em meio aos caos... Mas sempre é tempo para falar de idéias, compartilhar experiências, questionar paradigmas e, se permitido for, chegar a algum lugar ou a alguma conclusão, geralmente óbvios, mas tudo bem.
Algum tempo se passou desde a última postagem, mais especificamente 102 dias. Muito para poucos... Quem sabe, pouco para muitos... Mas, enfim! Provavelmente o momento certo para dizer algo que seja considerável. Já faz um tempo que em meio à dúvida, eu me silencio. E, sinceramente, contemplei a melhor forma de se comportar diante das incertezas da vida, ou, meramente, do instante de reflexão e, ocasionalmente, do aprendizado.
Sufocar murmurações, “tititi”, “blábláblá”, faz bem! Eles se transformam em amor e, sobretudo, em sabedoria, porque, para mim, esses dois estão intimamente ligados. Dessa forma, a gente poupa a gente, poupa os outros. Quer coisa melhor? Feliz do mundo se fosse compreendido na profundidade de um silêncio.
Tem tanta gente querendo provar N coisas por meio de N palavras, e discursos, e atitudes, e tal, tal, tal. Enquanto alguns poucos demosntram o suficiente para revelar quem são, ou, o que querem, e não são notados. Um tanto quanto frustrante, mas ao mesmo tempo evoluído, esse discernimento faz encontrar pequenos e importantes gestos. Porém, é imprecindível saber que essa percepção é individual, ou seja, não adianta berrar a realidade, os demais só vão notar naturalemente, seja em seu momento de análise, crise talvez, mas sozinhos.
... e, a cada dia, a transparência do infinito deslumbra o meu ser, com uma leveza que traz a segurança da qual preciso.
Kamila Rodrigues

Um comentário:
very cool.
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